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Qual a diferença entre homeopatia e fitoterapia?3 min read

Desde os tempos antigos o homem busca alternativas naturais e acessíveis para cuidar da própria saúde. Ao longo do tempo os conhecimentos acumulados foram aprimorados de forma que os medicamentos desenvolvidos se tornaram cada vez mais eficazes e funcionais para o tratamento de diversos tipos de doenças.

Nesse sentido, além dos remédios quimicamente manipulados (ou medicina alopática, como é conhecida), existem duas intervenções naturais que, além de serem menos invasivas, geram resultados extremamente positivos e promovem a saúde e o bem-estar dos pacientes. Estamos falando da homeopatia e da fitoterapia. Mas você sabe qual é a diferença entre elas? Acompanhe a seguir e tire todas as suas dúvidas!

A homeopatia

A homeopatia é uma intervenção natural que surgiu em 1796, desenvolvida pelo médico alemão Samuel Hahnemann, que se caracteriza pelo tratamento individual para cada tipo de problema. Em outras palavras, cada receita é única, desenvolvida com base nas queixas e relatos do paciente, bem como por meio da observação de outros elementos, como humor, emoções, prática de exercícios, higiene etc.

Nessa intervenção, são utilizadas substâncias naturais, tanto de origem animal quanto vegetal e mineral, obtidas por um processo conhecido como dinamização, no qual o elemento é diluído e agitado diversas vezes. Com a homeopatia, é possível criar um equilíbrio em todo o corpo, promovendo a saúde do paciente e auxiliando na cura de dentro para fora.

O princípio dos tratamentos é o mesmo utilizado na aplicação de vacinas e pode ser definido como “o semelhante por seu semelhante se cura”. Ou seja, o medicamento deve ser capaz de causar os mesmos sintomas provocados pela doença que se deseja combater, mas de forma mínima. Assim, o organismo é estimulado a reagir e criar resistência, enfraquecendo o vírus.

A fitoterapia

A fitoterapia, assim como a homeopatia, é uma intervenção natural que busca proporcionar saúde e bem-estar aos pacientes. Diferente da primeira, porém, o tratamento fitoterápico se baseia exclusivamente no uso de plantas para a cura dos mais variados tipos de doenças. Técnica que, aliás, já era utilizada pelas grandes civilizações há milhares de anos e pode ser considerado o primeiro recurso terapêutico a que o homem recorreu.

Os medicamentos são produzidos a partir de extratos vegetais, isolando-se seus princípios ativos, os quais podem ser tóxicos ou causar alergias. No processo de extração, todas as substâncias presentes na planta são aproveitadas e posteriormente convertidas em diferentes produtos, como pomadas, comprimidos, chás, farelos ou inalantes. Ao contrário da homeopatia, os remédios agem contra os sintomas da doença e podem, inclusive, ser associados aos tratamentos alopáticos.

No Brasil os remédios fitoterápicos são regulamentados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), devendo ser prescritos por um médico e manipulados apenas com receita em farmácias devidamente habilitadas.

Como os dois tratamentos são naturais, não há como definir qual deles é melhor. Para cada caso, é importante consultar um profissional, o qual irá prescrever a melhor intervenção. Por isso, consulte o seu especialista.

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Publicado em:Fitoterapia,Homeopatia,Práticas Integrativas e Complementares

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